Porque os pensamentos não respeitam os limites. Liberdade para as opniões, pensamentos, ideias, críticas. O mundo precisa de voz, de liberdade, das ideias que revolucionam, de pessoas com coragem para fazer a diferença.
segunda-feira, 25 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
"Não há gente completamente boa nem gente completamente má, está tudo misturado e a
separação é impossível.
O mal está no próprio gênero humano, ninguém presta.
Às vezes a gente melhora. Mas passa.
E que interessa o castigo ou o prêmio?
Tudo muda tanto que a pessoa que pecou na véspera já não é a mesma a ser punida no dia seguinte."
(Lygia Fagundes Telles)
Não sou boazinha.
Já fiz mal a mim mesma.
Já fiz mal para os outros.
Já cometi o mesmo erro mais de uma vez.
Já disse sim, quando deveria dizer não.
E o contrário.
Já perdi tempo demais me culpando
e demorei mais que deveria para me perdoar.
Já falei o que não devia, e calei quando mais precisava falar.
Machuquei pessoas pelas minhas palavras mal pensadas.
Machuquei pessoas pelos meus atos impulsivos.
Errei muitas vezes tentando acertar.
E acertei muitas vezes pensando errar.
E por mais que eu sempre procure fazer o melhor,
nem sempre consigo agradar. E me agradar.
Por isso sempre desconfiei de gente “boazinha” demais.
Gosto de gente de verdade.
De gente que ri e que chora.
De gente que olha no teu olho e fala o que pensa.
De gente que briga e depois pede desculpas.
De gente que admite que errou.
De gente que fala bobagem, mas que sabe falar sério.
Gosto de gente autêntica, não gosto de cópia.
E como tem gente por aí que parece ter saído de uma máquina da “Xerox”.
Tenho medo desse tipo de gente.
De gente que sorri amarelo o tempo todo.
De gente que se esforça para mostrar aos outros sua suposta bondade.
Gente que se esforça para mostrar aos outros sua suposta perfeição.
Gente que só se esforça para mostrar aos outros qualquer coisa.
Porque se depender de ter que mostrar aos outros qualquer coisa,
nunca vou ser "boazinha", pois vou continuar cometendo erros.
Novos eu espero, porque dos antigos já estou cheia.
Mesmo assim eu tento cada dia ser melhor pra mim mesma.
Pois quando sou boa para mim, posso ser boa para alguém.
E mesmo sendo boa, por favor, entenda e não confunda:
Nunca vou ser “boazinha”.
Carolina Carvalho (ByNina)
Já fiz mal a mim mesma.
Já fiz mal para os outros.
Já cometi o mesmo erro mais de uma vez.
Já disse sim, quando deveria dizer não.
E o contrário.
Já perdi tempo demais me culpando
e demorei mais que deveria para me perdoar.
Já falei o que não devia, e calei quando mais precisava falar.
Machuquei pessoas pelas minhas palavras mal pensadas.
Machuquei pessoas pelos meus atos impulsivos.
Errei muitas vezes tentando acertar.
E acertei muitas vezes pensando errar.
E por mais que eu sempre procure fazer o melhor,
nem sempre consigo agradar. E me agradar.
Por isso sempre desconfiei de gente “boazinha” demais.
Gosto de gente de verdade.
De gente que ri e que chora.
De gente que olha no teu olho e fala o que pensa.
De gente que briga e depois pede desculpas.
De gente que admite que errou.
De gente que fala bobagem, mas que sabe falar sério.
Gosto de gente autêntica, não gosto de cópia.
E como tem gente por aí que parece ter saído de uma máquina da “Xerox”.
Tenho medo desse tipo de gente.
De gente que sorri amarelo o tempo todo.
De gente que se esforça para mostrar aos outros sua suposta bondade.
Gente que se esforça para mostrar aos outros sua suposta perfeição.
Gente que só se esforça para mostrar aos outros qualquer coisa.
Porque se depender de ter que mostrar aos outros qualquer coisa,
nunca vou ser "boazinha", pois vou continuar cometendo erros.
Novos eu espero, porque dos antigos já estou cheia.
Mesmo assim eu tento cada dia ser melhor pra mim mesma.
Pois quando sou boa para mim, posso ser boa para alguém.
E mesmo sendo boa, por favor, entenda e não confunda:
Nunca vou ser “boazinha”.
Carolina Carvalho (ByNina)
quinta-feira, 14 de março de 2013
“Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar. Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar, e não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar, e nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto convidou-a pra rodar. E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar, com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar. Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar, e cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar. E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou, e foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou. E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais, que o mundo compreendeu, e o dia amanheceu em paz”
quarta-feira, 13 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
Mas eu acho que a gente não pode ter vergonha de ser quem a gente é. Não devemos ter medo do que vem pela frente e do que pode acontecer. A gente tem que viver e encarar a vida da melhor forma possivel. Problemas surgem, problemas aparecem, mas também somem. Viver e ser feliz tem que ser prioridade, a primeira coisa na nossa vida, entende? A vida passa, e se a gente não aproveita, não dar risada. Qual é a graça?
― Guilherme Alves
― Guilherme Alves
Descobri uma estranha beleza no momento quando me vi ali, cercado pelos destroços daquilo que costumava sustentar-se de pé.
Onde antes via paredes, hoje avisto novos horizontes. Onde antes me protegia com teto, hoje me exponho à infinitude do céu.
E quanto às ruínas espalhadas pelo chão, as enxergo como matéria prima. Como uma oportunidade para a reconstrução. Não à imagem do que antes havia aqui, mas com o potencial para algo novo.
Conhecendo os exatos lugares onde nossas estruturas trincaram e fizeram tudo ruir, que agora peguemos o único tijolo que ficou de pé, façamos dele nossa nova pedra fundamental nomeando-o com o nome do sentimento que resistiu e recomecemos.
(Não Coube no Caderno)
“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.”
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.”
“Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.”
A Viagem
A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.
segunda-feira, 11 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Um dia me chamaram de radical. Aceitei: só eu sei a importância que as coisas têm para mim e o propósito de mantê-las ou não na minha vida. Em outra ocasião, me chamaram de amorosa. Compreendi: pessoas amoráveis extraem o que tenho de melhor. Já me disseram que pareço um personagem. Entendi: sendo povoada por tantas, quão imprevisível posso ser na liberdade que me permito ter. Não me importo com o que julgam, sempre serei espelho e sempre terei o Outro como meu espelho. Somos extensão. Estejamos ou não em harmonia ou comunhão, dedico carinhosamente o meu tempo compartilhando minha nudez. Aos que veem máscaras e vestes, sou impotente a estas leituras. Aos que veem generosidade e amparo, sou impotente à beleza que me dão. Sou impotente ao olhar alheio. Não tenho o controle de absolutamente nada, mas o meu trabalho consiste em eu não me rejeitar.
Amanhece...e um novo dia me espera. Novo, desconhecido e inteirinho meu. Eu! Somente eu sou capaz de modificá-lo. Somente eu sou responsável pelo que será dele. E se posso fazê-lo mais alegre- apesar dos dissabores, mais leve- apesar dos negativos, mais verdadeiro- apesar das mentiras....a hora é agora!
Vem manhã! Vem novo dia! Estou pronta pra ser feliz!
E felicidade é o que sai de mim e não o que chega!
(cidinha araujo)
Vem manhã! Vem novo dia! Estou pronta pra ser feliz!
E felicidade é o que sai de mim e não o que chega!
(cidinha araujo)
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